Premiação contempla trabalhos de pesquisa e inovação tecnológica em oncologia. Inscrições vão até 31 de maio

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade ligada ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e à Secretaria de Estado da Saúde de SP, está com as inscrições abertas para a XII edição do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, uma iniciativa em parceria com o Grupo Folha.

A láurea tem como objetivo promover o reconhecimento e a contribuição de pesquisadores brasileiros e de outros profissionais na prevenção e combate ao câncer.

O prêmio é concedido a três categorias: Personalidade de Destaque em Oncologia, Pesquisa em Oncologia e Inovação Tecnológica em Oncologia. Os escolhidos receberão um cheque de R$ 20 mil cada e um certificado.

Para concorrer em Pesquisa em Oncologia são elegíveis para a inscrição trabalhos originais publicados em revistas científicas em 2020 e 2021 cujo autor principal atue em instituição de pesquisa e/ou de ensino nacional. Na categoria Inovação Tecnológica, qualificam-se para inscrição os trabalhos originais publicados em revistas científicas ou patentes depositadas de 2019 a 2021 cujo autor/inventor atue em instituição de pesquisa e/ou de ensino nacional.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio de formulário no site premiooctaviofrias.com.br até 31 de maio. A escolha dos premiados é feita por uma comissão julgadora formada por cientistas e membros da sociedade comprometidos com o tema câncer.

Em 2020, os vencedores da XI edição destacaram a importância do trabalho científico e o valor da pesquisa de ponta em oncologia. A bióloga e pesquisadora Anamaria Aranha Camargo, do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, foi a Personalidade de Destaque. A escolha se deu por suas contribuições em estudos que combinaram a biologia molecular e a medicina para encontrar alternativas que facilitam diagnósticos de cânceres.

O trabalho de Luiza de Macedo Abdo, desenvolvido no Instituto Nacional do Câncer (INCA), foi o vencedor da categoria Inovação Tecnológica e tinha como objetivo tornar mais barata uma terapia para tratar leucemias.

O premiado em Pesquisa em Oncologia foi Caio Abner Leite, líder do projeto concluído na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, que aprofundou o conhecimento sobre a relação entre doenças inflamatórias e tumores no intestino.

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