No dia 20 de novembro é comemorado internacionalmente o Dia Mundial de Prevenção de Lesão Por Pressão e, para tratar sobre o tema dentro das dependências do Instituto, o Grupo de Integridade de Pele (GIP) realizou treinamentos para a equipe de enfermagem falando sobre a conscientização da prevenção adequada desse tipo de lesão.

Ao todo, foram três dias de encontros com informações teóricas em três diferentes horários, que contemplaram mais de 200 profissionais, a fim de promover a sensibilização à adesão das melhores práticas relacionadas ao tema.

No final de cada encontro, os participantes foram convidados a preencher um questionário indicando suas principais dificuldades diárias. “O intuito é fazer dessa apenas a primeira série de treinamentos, trazendo à tona em outras oportunidades novos esclarecimentos e até mesmo aulas práticas”, explica Priscila Rangel, gerente do GIP.

Uma das consequências mais comuns resultantes da longa hospitalização de pacientes acamados, com déficits de mobilidades e nutricionais é o aparecimento de alterações na pele. Entre as diversas formas de lesão de pele as quais os pacientes estão suscetíveis estão as lesões por pressão. 

Esse tipo de lesão é localizado na pele e/ou tecido subjacente. Ela ocorre devido à falta de suprimento de oxigênio e nutrientes nos tecidos, e se dá devido à pressão que os tecidos moles sofrem junto a uma proeminência óssea por longos períodos, levando à isquemia local, edema, ativação dos mediadores de inflamação e, por fim, morte celular.

 

“Existem várias medidas de prevenção da lesão por pressão e ela pode ser evitada, por isso, hoje, os hospitais e os serviços de saúde utilizam protocolos assistenciais visando minimizar os riscos e prevenir essa ocorrência. Uma medida simples e básica, por exemplo, é a mudança de decúbito, que nada mais é do que mudar o paciente acamado de posição”, explica Priscila. 

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